ientistas pensam ter ultrapassado a velocidade da luz
Cientistas alemães afirmam ter conseguido quebrar o único recorde de velocidade que deveria ser impossível bater: o da luz.

O feito, se for real, é uma violação direta da Teoria da Relatividade Especial de Albert Einstein. O físico mais famoso do mundo disse: nada, sob nenhuma circunstância, jamais pode ultrapassar a velocidade da luz.
E quem são os corajosos que ousam contradizer Einstein? Os físicos Günter Nimtz e Alfons Stahlofen, da Universidade de Koblenz, na Alemanha. A dupla afirma ter movimentado fotões (que são, de facto, nada mais do que partículas de luz) mais rápido que a velocidade da luz.
Nimtz e Stahlhofen exploravam a ótica quântica quando as partículas ultrapassaram uma barreira impossível de ser ultrapassada. Os seus fotões, afirmam, eram transportados “instantaneamente” por barreiras de diferentes tamanhos, desde milímetros a até um metro. Isso só seria possível, dizem, se eles estivessem a viajar a uma velocidade superior a 300 000km/seg (a velocidade da luz).
Para outros especialistas, no entanto, Einstein pode descansar tranquilo pois os dois alemães não ultrapassaram na verdade a velocidade da luz. Foi só uma questão de interpretação de dados da física complexos o suficiente para dar nó à cabeça de qualquer mortal.
Aephraim Steinberg, da Universidade de Toronto, explicou ao portal “Eurekalert” o que pode ter causado a confusão. Ele compara a experiência dos fotões com um comboio.
No momento em que a carruagem central deixa a estação, uma pessoa liga um cronómetro, para observar a velocidade do comboio. Conforme vai chegando ás suas paragens programadas, o comboio deixa algumas carruagens pelo caminho. Ao chegar ao destino final, há apenas duas carruagens. Se o cronómetro for parado no momento em que a carruagem do meio chega à estação vai aparentar que ele veio a uma velocidade muito superior que a real. “Se estiver nas estações, vai parecer que essas pessoas ultrapassaram os limites de velocidade, chegando antes do previsto, mas só está a ver aquelas que estavam na primeira carruagem. Elas tiveram uma vantagem, mas nunca estiveram rápidas demais”.
Tony Wright: the sleepless man
Em Maio de 2007, o britânico Tony Wright, de 42 anos, superou as 264 horas acordado, alcançadas por Randy Gardner nos Estados Unidos em 1964 e registradas no Worl Guiness Book. Assim Tony manteve-se acordado por 11 dias e 11 noites consecutivas.
Actualmente livro de recordes não recompensa vencedores de concursos de privação de sono por causa dos possíveis riscos para a saúde de tais empreendimentos.
Wright combateu o cansaço bebendo chá e consumindo uma dieta rica em alimentos crus. Ele permaneceu o tempo todo num bar na cidade de Penzance.
Numa entrevista à BBC Tony Wright afirmou: “Sinto-me bem, foi cansativo, mas cheguei lá. A dieta escolhida foi importante para manter partes do meu cérebro operantes e despertas por longos períodos Desligar uma parte do cérebro que está muito cansada e usar a outra torna a tarefa muito mais simples, mas ambas estão bastante cansadas neste momento.”
Durante a aventura, ele percebeu que a sua fala ficava por vezes incompreensível e as cores pareceram-lhe mais brilhantes. Foi filmado por câmaras 24 horas por dia.

Alguns mamíferos como os filhotes de golfinhos e baleias orca podem ficar meses sem dormir. Mas para a maioria das pessoas, apenas uma noite sem dormir provoca variações de humor e irritabilidade. A falta de sono pode levar à diminuiçãoda capacidade de contração e de tomar decisões. Trabalhar com uma máquina ou conduzir um automovel com poucas horas de sono é perigoso. Períodos mais longos de privação de sono podem levar a alucinações, problemas de visão e paranóia.






















