Biblia vs. Ciência

Bem! Esta temática tem muito por onde se lhe pegar. Se lermos a Bíblia com atenção vamos reparar que nela, metaforicamente, estão inscritas revelações científicas, por exemplo, os 6 dias da Criação. O tempo varia ao longo do Universo, isto é, quando se aprxima de um ponto gravitacional o tempo acelera, ou seja, quanto mais perto do Sol estivermos mais rapido passa o tempo e, se repararmos, a duração de um ano em Mercúrio é de apenas aproximadamente de 80 dias terrestres (se não estou em erro, que agradeço a correção caso se verifique). Se transpormos essa relação, os 6 dias da Criação vai dar aproximadamente os 15 mil milhões de anos em que aconteceu o Big Bang. E na Bíblia fala que o Universo apareceu do nada e se foi expandindo, tal teoria é defendida na teoria do Big Bang.

Uma das teorias fortemente defendidaspor fisicos é a ocorrência de sussecivos Big Bang’s e Big Crunch’s (que é nada mais nada menos que o Big Bang ao contrário) e se repararmos toda a matéria que sobe, cai! A grvidade acaba por vencer a força de lançamento do projectil, acabando este por cair. Assim acontecerá com o Universo que neste momento se encontra em expansão (provocada pela explosão inicial, o Big Bang) e quando a força da gravidade vencer a força de expansão originada na explosão inicial, o Universo encolherá, o Big Crunch! Muitos fisicos defendem a existência de multiplos Big Bang’s e Big Crunch’s, ou seja, vários unisversos existiram antes do nosso e vários haverã depois do nosso! O que explica a teoria da reencarnação, a teoria dos universos paralelos, etc. A Bíblia tem dados escondidos que agora com o avanço da ciência se estão a comprovar.

O Big Bang e o Big Crunch, O alfa e o omega, yang e o yung, o Nemesis e o Apocalipse!
Agora o que está em causa é se o Deus da Bíblia existe? É claro que não existe, esse Deus como Ala ou o Tao ou outro qualquer é fruto da imaginação do ser humano, é uma personificação. O que realmente é de admirar é como os antepassados que escreveram a Bíblia o fizeram sem instrumentos/conhecimentos científicos dos quais dispomos hoje!
Mas é provavel que exista uma entidade superior, a qual não temos conhecimento, que possa ter criado o Universo dentro do pequeníssimo limite necessário para haver vida, pois já está cientificamente provado que no momento que ocorreu o Big Bang se fosse libertada uma quantidade de energia minimamente superior, o universo tinha-se dispersado com tal velocidade não possibilitando a formação de galáxias. Ora sem galáxias não haveria sistema solar, sem sistema solar não haveria Terra, sem a Terra não haveria vida!
Teria sido uma enorme coincidência? Ou será que estamos todos atrás da mesma causa? Será que o nosso objectivo é defender a continuidade da vida (inteligente)? Será que deveremos construir uma fórmula capaz de produzir outro universo dentro dos parametros necessários à existência de vida? Será que o “faça-se luz” foi a vida existente no universo anterior foi dita pelos seres (vivos) desse tal universo anterior? Será que somos nós que vamos criar Deus? Será que somos nós que vamos criar vida? Será que nós somos Deus?
Aconselho vivamente a ler o livro ‘A Fórmula de Deus’ de José Rodrigues dos Santos!


«Elementos negativos» em milho transgénico
Um grupo de especialistas franceses detectou elementos «científicos negativos» em milho transgénico da variedade MON 810, o único que até agora se cultiva no país, e as suas conclusões figuram num boletim oficial divulgado esta quarta-feira.
O estudo foi elaborado pela Alta Autoridade para os Organismos Geneticamente Modificados e dado a conhecer pelo presidente daquela entidade, Jean-François Legrand, que entregou uma cópia da análise ao ministro da Ecologia, Jean-Louis Borloo.
Legrand, senador do partido governamental UMP, disse à imprensa que o estudo permitiu detectar «elementos científicos negativos novos e com impacto sobretudo na flora e na fauna».
«Temos sérias dúvidas» acerca do comportamento do milho MON 810, afirmou Legrand, empregando uma frase que pode influenciar a decisão do governo acerca do cultivo deste organismo geneticamente modificado (OGM).
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, disse terça-feira estar disposto a activar a cláusula de salvaguarda sobre os OGM se a Alta Autoridade revelasse «sérias dúvidas» sobre aqueles que estão a ser cultivados em França até que a Comissão Europeia tenha uma resolução sobre o assunto. Ou seja, o cultivo de uma planta transgénica ficaria proibido em França até Bruxelas o autorizar.
Por outro lado, o governo francês anunciou esta quarta-feira que o projecto de lei sobre os OGM será debatido a partir de 5 de Fevereiro no Senado.
Monóxido de Carbono passa de gás mortal a salva-vidas
CO poderá ser utilizado na produção de antibióticos.
Longe vai o tempo em que foi descoberta a penicilina. Com a descoberta feita num estudo coordenado pela investigadora da Universidade Nova de Lisboa Ligia Saraiva que conclui que o monóxido de carbono pode vir a ser utilizado como antibiótico pela propriedade de matar bacterias.
“Não podemos prever quando é que teremos um antibiótico, o processo pode demorar muitos anos», afirmou a investigadora do Instituto de Tecnologia Química e Biológica (ITQB) da Universidade Nova de Lisboa em declarações à agência Lusa, sublinhando que os avanços conseguidos com a investigação representam apenas, por enquanto, um novo leque de possibilidades.
De acordo com o comunicado relativo à investigação, esta mostrou «pela primeira vez que o monóxido de carbono tem a capacidade de matar bactérias», algo demonstrado em «várias bactérias, em particular no bem conhecido patogénico Estafilococos, que tem vindo a desenvolver uma resistência preocupante aos antibióticos correntes».
«Os compostos libertadores de monóxido de carbono – CO, no símbolo químico – penetram as paredes celulares e só quando já estão dentro do meio celular, libertam o CO de forma controlada», explicou a investigadora a propósito do modo de funcionamento dos compostos.
O próprio organismo produz monóxido de carbono, mas em quantidades insuficientes para destruir as células de bactérias.
Na investigação agora apresentada foram utilizadas concentrações de CO superiores àquelas produzidas pelo organismo humano, mas não tóxicas.
Com esta descoberta abre-se a porta a novos tratamentos e a novos antibióticos, capazes de contrariar a resistência que algumas bactérias desenvolveram em relação aos fármacos já existentes.
«A resistência de microrganismos patogénicos aos antibióticos clássicos é um dos maiores problemas que a medicina enfrenta, sendo responsável por um elevado número de mortes, especialmente em ambientes hospitalares» e «os compostos libertadores de CO poderão assim constituir uma nova geração de antibióticos», lê-se no comunicado.
Lígia Saraiva admitiu, no entanto, que «não há garantias que as bactérias não venham a desenvolver resistência a novos antibióticos que possam resultar desta descoberta».
A investigadora do ITQB explicou que o trabalho que desenvolve no laboratório é «compreender o processo pelo qual a bactéria morre» e que o instituto não pode fazer testes relativos ao uso farmacológico dos compostos libertadores de CO em humanos.
No entanto, Lígia Saraiva adiantou que a empresa farmacêutica detentora da patente destes compostos pretende iniciar em breve os testes em animais.
A descoberta da equipa de investigadores coordenada por Lígia Saraiva, e da qual também fazem parte Carlos Romão, João Seixas e Lígia Nobre, será publicada na edição de Dezembro da revista internacional «Antimicrobial Agents and Chemotherapy».
MARTE: o planeta vermelho
Marte é o quarto planeta a contar do Sol. O seu diâmetro é de 6.787 km. A sua atmosfera é muito rarefeita com 95% de dióxido de carbono, 2% de árgon e 3% de azoto. O planeta tem dois satélites Phobos e Deimos, que mais parecem dois asteróides, tendo de diâmetro 22km e 14km respectivamente. A sua distância ao Sol é 227.900.000 km. A translacção do planeta é de 687 dias e a rotação diária é de 24h 37m e 23s. A massa de Marte comparada com a Terra é 0,107, sendo a sua densidade, relativa à água (1), 3,9. A sua superfície inóspita e coberta de poeiras ricas em óxidos de ferro confere-lhe uma cor avermelhada. Como Marte não tem nenhuma camada protectora da radiação ultravioleta e a sua temperatura à superfície é de -23ºC, o que torna pouco provável a existência de formas de vida.

Segundo notícia publicada no jornal El Mundo, o planeta vermelho já teve um grande oceano. A afirmação é de cientistas dos EUA e Canadá. Para eles, um terço da superfície de Marte era coberto por água, muito parecido com a Terra.
“Se houve tanta água na superfície de Marte como este oceano indica, então o Planeta Vermelho e a Terra foram no passado mais parecidos do que são na actualidade”, afirmou J. Taylor Perron, responsável por esta descoberta científica.

No seu artigo publicado na revista britânica ´Nature`, Perron e seus colegas dão explicação científica para a existência de uma vasta planície em Marte. E explicam que no estado actual o Planeta Vermelho mostra linhas em torno de uma grande superfície de terra que anteriormente esteve coberta por água: as chamadas costa de Arabia e costa de Deuteronilus.
“Há água em Marte – diz Perron – e quase com total certeza houve água em Marte desde muito tempo. A questão é saber quanto e em que forma”, destacou.
A ver vamos se teremos a tão esperada Estação Espacial Marciana para breve para podermos comprovar estes mitos sem resposta!
Strippers no período fértil ganham 50% mais
Uma questão que intriga os cientistas há séculos (fêmeas da espécie humana passam ou não por um período de cio?) acaba de receber uma contribuição inesperada: a das strippers. Pesquisadores americanos descobriram que elas ganham quase 50% mais gorjetas quando estão no auge de seu período fértil, o que indicaria que a plateia é capaz de detectar esse período de alguma forma.
Geoffrey Miller e seus colegas da Universidade do Novo México relatam, em estudo publicado na revista científica “Evolution and Human Behavior”, os dados obtidos de 18 dançarinas de strip-tease. Por meio de um site, elas passaram para os pesquisadores informações sobre seu ciclo menstrual, seus horários de trabalho e seus ganhos durante um período de 60 dias.
O ciclo de fertilidade feminina corresponde ao ciclo menstrual, ao longo do qual os óvulos são liberados e colocados em posição para serem fertilizados. O que os pesquisadores viram é que havia uma correlação entre as gorjetas mais altas e o ponto desse ciclo onde a chance de fecundação do óvulo é máxima.
Hubble revela uma galáxia bébé num universo adulto
Utilizando o Telescópio espacial Hubble da NASA um grupo de cientistas conseguiu medir a idade daquela que parece ser a galáxia mais jovem observada no universo. Comparativamente aos padrões cosmológicos ela é apenas um bébé, rodeada de galáxias adultas.

De nome ‘I Zwicky 18′, parece ter apenas 500 milhões de anos. Comparativamente, a nossa Via Láctea é 20 vezes mais velha, com cerca de 12 mil milhões de anos, a idade típica das galáxias que se observam no universo. Esta jovem e recém nascida galáxia oferece-nos uma rara visão que poderá mostrar como teriam sido as primeiras e diminutas galáxias no início do universo.
A galáxia observada é uma das 30 000 galáxias próximas que o astrónomo Suiço Fritz Zwicky referenciou na década de 1930 através de fotografias de todo o hemisfério celeste norte. Embora os astrónomos há muito suspeitassem de que esta era uma galáxia jovem, devido à observação de elementos químicos primordiais na sua composição, a extrema sensibilidade do Hubble permitiu aos astrónomos realizar um censo fiável da totalidade da população estelar que a compões. Isto permitiu-lhes identificar com precisão as estrelas mais velhas que habitam a galáxia e, a partir daqui, estabelecer um limite máximo para a sua idade.
A galáxia bébé arranjou forma de se manter em estado embrionário, em forma de gás frio, uma nuvem primordial de hidrogénio e hélio, durante a maior parte da evolução do universo. Enquanto inúmeras galáxias proliferavam e se desenvolviam por todo o universo, estanão iniciou a formação activa de estrelas durante os cerca de 13 mil milhões de anos que precederam o Big Bang, tendo apenas formado as primeiras estrelas de há 500 milhões de anos a esta parte.
Localizada a cerca de 45 milhões de anos luz – muito mais próxima que as outras galáxias jovens situadas a 14 mil milhões de anos luz – I Zwicky 18 pode representar a única oportunidade que os astrónomos possuem para estudar em detalhe a matéria que compõe as galáxias.
Continua um quebra cabeças a razão pela qual o gás desta pequena galáxia anã demorou tanto tempo (quase toda a idade do universo) para colapsar sob a influência da gravidade e dar origem às suas primeiras estrelas.
“I Zwicky 18 é uma genuína galáxia jovem”, disse Trinh Thuan, professor de astronomia na Universidade da Virgínia, e que co-autorou o estudo com Yuri Izotov do observatório de Kiev. “Isto é extraordinário porque qualquer um de nós esperaria encontrar jovens galáxias em formação apenas durante os primeiros mil milhões de anos após o Big Bang e não cerca de 13 mil milhões de anos mais tarde. E era suposto as galáxias jovens serem muito distantes, nos limites do universo observável, não no universo local”, referiu Izotov.
A ‘descoberta’, anunciada a 1 de Dezembro no Astrophysical Journal, permite ter uma nova visão sobre o início da formação das galáxias. A galáxia I Zwicky 18 oferece uma amostra do que poderá ter sido a Via Láctea há 13 mil milhões de anos.
Um outro grupo de observações do Hubble feitas por uma equipa de trabalho diferente, geram uma pequena variação na idade da galáxia, atribuindo-lhe mais mil milhões de anos, mas continuando a catalogá-la como uma recém nascida. Goran Ostlin, do observatório de Estocolmo e Mustapha Mouncine, da Universidade de Nottingham, utilizaram a Câmara de Infra vermelho Próximo e o Espectrómetro Multi-Objectos do Hubble para encontrarem uma população de estrelas vermelhas de baixa temperatura, as quais são ligeiramente mais velhas que as observadas pela Câmara de Pesquisa Avançada. Os resultados aguardam publicação na revista Astronomy and Astrophysics.
Para provar que I Zwicky 18 é uma galáxia jovem Thuan e Izotov precisavam de mostrar que esta não possuía estrelas nascidas nos primeiros milhares de milhões de anos após o Big Bang, o período em que se formou uma grande fracção de estrelas no universo. Embora os astrónomos já suspeitassem que a galáxia era excepcionalmente nova, tiveram de esperar que o telescópio espacial fornecesse imagens com a sensibilidade necessária para detectar, ou não, estrelas vermelhas, vermelhas gigantes em fim de vida.
A Câmara de pesquisa avançada do Hubble necessitou de uma exposição muito longa, requerendo 25 órbitas do telescópio para poder obter imagens das estrelas menos brilhantes da galáxia. Por si só, a presença de estrelas velhas, teria indicado que a galáxia também era velha, tal como todas as outras galáxias conhecidas no universo.
Grandes galáxias como a Via Láctea são entendidas como crescendo hierárquicamente, com pequenas galáxias iniciais a darem origem a galáxias maiores, tal como os ribeiros que fluem para os rios, aumentando o caudal destes. I Zwicky 18 é um típico protótipo daquela ‘vaga inicial’ de pequenas galáxias anãs. De acordo com Thuan, uma primeira evidência da juventude de I Zwicky 18 é o facto de o seu gás interestelar ser “praticamente imaculado”, composto essencialmente por hidrogénio e hélio, os dois elementos primários mais leves criados pelo Big Bang durante os três primeiros minutos de existência do universo. A galáxia anã inclui apenas pequenas evidências de outros elementos mais pesados como carbono, nitrogénio ou oxigénio, que são normalmente criados mais tarde, à medida que as estrelas se desenvolvem. A quase ausência destes elementos pesados sugere que o gás primordial da galáxia não conseguiu originar a formação de estrelas que subsequentemente produzem elementos químicos pesados.
fonte: CA2000
ientistas pensam ter ultrapassado a velocidade da luz
Cientistas alemães afirmam ter conseguido quebrar o único recorde de velocidade que deveria ser impossível bater: o da luz.

O feito, se for real, é uma violação direta da Teoria da Relatividade Especial de Albert Einstein. O físico mais famoso do mundo disse: nada, sob nenhuma circunstância, jamais pode ultrapassar a velocidade da luz.
E quem são os corajosos que ousam contradizer Einstein? Os físicos Günter Nimtz e Alfons Stahlofen, da Universidade de Koblenz, na Alemanha. A dupla afirma ter movimentado fotões (que são, de facto, nada mais do que partículas de luz) mais rápido que a velocidade da luz.
Nimtz e Stahlhofen exploravam a ótica quântica quando as partículas ultrapassaram uma barreira impossível de ser ultrapassada. Os seus fotões, afirmam, eram transportados “instantaneamente” por barreiras de diferentes tamanhos, desde milímetros a até um metro. Isso só seria possível, dizem, se eles estivessem a viajar a uma velocidade superior a 300 000km/seg (a velocidade da luz).
Para outros especialistas, no entanto, Einstein pode descansar tranquilo pois os dois alemães não ultrapassaram na verdade a velocidade da luz. Foi só uma questão de interpretação de dados da física complexos o suficiente para dar nó à cabeça de qualquer mortal.
Aephraim Steinberg, da Universidade de Toronto, explicou ao portal “Eurekalert” o que pode ter causado a confusão. Ele compara a experiência dos fotões com um comboio.
No momento em que a carruagem central deixa a estação, uma pessoa liga um cronómetro, para observar a velocidade do comboio. Conforme vai chegando ás suas paragens programadas, o comboio deixa algumas carruagens pelo caminho. Ao chegar ao destino final, há apenas duas carruagens. Se o cronómetro for parado no momento em que a carruagem do meio chega à estação vai aparentar que ele veio a uma velocidade muito superior que a real. “Se estiver nas estações, vai parecer que essas pessoas ultrapassaram os limites de velocidade, chegando antes do previsto, mas só está a ver aquelas que estavam na primeira carruagem. Elas tiveram uma vantagem, mas nunca estiveram rápidas demais”.
Tony Wright: the sleepless man
Em Maio de 2007, o britânico Tony Wright, de 42 anos, superou as 264 horas acordado, alcançadas por Randy Gardner nos Estados Unidos em 1964 e registradas no Worl Guiness Book. Assim Tony manteve-se acordado por 11 dias e 11 noites consecutivas.
Actualmente livro de recordes não recompensa vencedores de concursos de privação de sono por causa dos possíveis riscos para a saúde de tais empreendimentos.
Wright combateu o cansaço bebendo chá e consumindo uma dieta rica em alimentos crus. Ele permaneceu o tempo todo num bar na cidade de Penzance.
Numa entrevista à BBC Tony Wright afirmou: “Sinto-me bem, foi cansativo, mas cheguei lá. A dieta escolhida foi importante para manter partes do meu cérebro operantes e despertas por longos períodos Desligar uma parte do cérebro que está muito cansada e usar a outra torna a tarefa muito mais simples, mas ambas estão bastante cansadas neste momento.”
Durante a aventura, ele percebeu que a sua fala ficava por vezes incompreensível e as cores pareceram-lhe mais brilhantes. Foi filmado por câmaras 24 horas por dia.

Alguns mamíferos como os filhotes de golfinhos e baleias orca podem ficar meses sem dormir. Mas para a maioria das pessoas, apenas uma noite sem dormir provoca variações de humor e irritabilidade. A falta de sono pode levar à diminuiçãoda capacidade de contração e de tomar decisões. Trabalhar com uma máquina ou conduzir um automovel com poucas horas de sono é perigoso. Períodos mais longos de privação de sono podem levar a alucinações, problemas de visão e paranóia.
Semana decisiva para futuro de Galileo

A Europa quis concorrer com o sistema de navegação por satélite dos Estados Unidos da América, o conhecido GPS. E por isso lançou, em 2001, o projecto Galileo. O objectivo era acabar com a dependência face ao sistema desenvolvido pelo poderoso país do outro lado do Atlântico. Mas um problema de financiamento pode deitar tudo a perder. A Comissão Europeia empenha-se na obtenção de um acordo entre os Estados membros para determinar o plano de financiamento do Galileo. Esta semana os ministros das Finanças da Europa vão encontrar-se e este problema está sobre a mesa de conversações. Hoje decorre o Eurogroup, onde os ministros com o pelouro das Finanças da Zona Euro se encontram e amanhã juntar-se-ão a todos os outros países comunitários no Ecofin (reunião de todos os ministros das Finanças da União Europeia).
O sistema europeu, inicialmente, deveria ser financiado em mais de metade do valor pela indústria privada, que acabou por se afastar do projecto à medida que os norte-americanos davam bons serviços a preços acessíveis. A Comissão Europeia ficou com um problema de 2,4 mil milhões de euros nas mãos. Esse é o montante necessário para que o projecto não morra. O desenvolvimento do Galileo, incluindo a construção e o lançamento de 30 satélites, está avaliado em documentos da Comissão Europeia em 3,2 mil milhões de euros.
Ainda de acordo com Bruxelas, “o projecto é economicamente viável” e cita estudos para dizer que o projecto permite criar 150 mil postos de trabalho e pode gerar contratos de serviços e de equipamentos de nove mil milhões de euros por ano. Argumentos que Bruxelas vai avançando para que os Estados membros aceitem ajudar a financiar. Ainda que de acordo com a BBC os países já tenham suportado um custo de 388 milhões de euros acima do que estava inicialmente previsto. Bruxelas quer ir buscar o que falta ao orçamento comunitário entre 2008 e 2013. A discussão volta a surgir em plena presidência portuguesa da União Europeia e se o acordo não for conseguido nas próximas semanas, fontes citadas pela Lusa dizem recear que o problema tenha de ser resolvido pelos chefes do Estado e do Governo comunitários na cimeira de 13 e 14 de Dezembro.
Outra fonte, citada pela Lusa, diz que a chave do problema reside na Alemanha que quer assegurar contrapartidas industriais para o país.
fonte:Diário de Noticias
Lagartixas já sem segredos
Há muito tempo que a ciência se interrogava sobre a capacidade de batráquios como as salamandras e lagartixas fazerem renascer membros amputados. Agora uma equipa de cientistas britânicos vem atribuir o fenómeno à acção de uma proteína. A descoberta abre horizontes a novas pesquisas sobre a regeneração celular susceptíveis de encontrar aplicação em seres humanos.
Uma proteína chamada nAG, produzida pelas células nervosas e pela pele nas lagartixas é responsável pelo crescimento de novos tecidos sempre que tenham um membro amputado.
A acção desta proteína centra-se em, sempre que um nervo é seccionado, estimular a produção de células imaturas e indiferenciadas que vão gerar o órgão ou parte do corpo afectado.
O autor do estudo, Anoop Kuma, admite que a descoberta “tem potencial para futuras tentativas destinadas a permitir a regeneração de tecidos em mamíferos”.
Fonte: Jornal de Noticias
Cinquentenário de Laika: A primeira cadela a orbitar no espaço!

Há meio século, uma cadela rafeira e vadia, apanhada em Moskovo, era empurrada para a celebridade e também para uma viagem sem regresso.
Laika foi o primeiro animal a alcançar o espaço e a orbitar o nosso planeta, a bordo de uma cápsula. O feito pertenceu aos russos, que, em menos de um mês, com o Sputnik-2, voltaram a pôr a Humanidade de boca aberta e os americanos com o ânimo afectado. As tentativas de envio de animais para o espaço, quer por parte dos EUA, quer por parte da URSS, já vinham desde a década de 40, mas cujos voos nunca tinham saído dos limites da atmosfera. Assim, a 3/11/1957, o Sputnik-2, lançado a partir de Baikonur, atingiu os 1 600Km de altura, mantendo-se aí em orbita.A cápsula em que viajou Laika era pequenina e o animal, posto de frente a uma câmara, ia seguro por correias para ser monitorizado o seu ritmo cardíaco, respiratório e a sua pressão arterial. Certo é que os sinais vitais deixaram de ser ouvidos 6H após o lançamento e só em 2002 é que um cientista revelou que Laika morreu de calor e de pânico tal era o barulho e da temperatura a bordo (41ºC) que elevaram os batimentos cardíacos da cadela três vezes mais que o normal. A causa deveu-se à manobra de separação do foguetão-lançador e do satélite, que terá arrancado parte do isolamento térmico deste, um problema que ainda hoje assombra os astronautas nas suas partidas para o espaço.No entanto, o voo de Laika manteve-se como marco quase tão apelativo para o imaginário humano como a primeira viagem do Homem à Lua. Fonte: Jornal de Noticias
Obesidade: um problema sem novos remédios
Foram décadas e mais décadas em que a obesidade foi considera. da como problema meramente estético e o resultado é que, nos Estados Unidos, o FDA só aprova duas drogas para seu tratamento. Detalhe: ambas ,ajudam a perder uns 7, 8 quilos. E quem pára de tomar, engorda de novo. As empresas farmacêuticas juram que têm dez drogas novas em, fase de testes – todas no mesmo estilo, que ajudam a perder no máximo 9, 10 quilos ” mas isso está longe de significar que vem aí uma enxurrada de medicamentos fantásticos para ajudar obesos e gordinhos a entrar em forma.
Entre a pesquisa promissora seja ela a descoberta de um mecanismo de queima de gordura ou a de um neurorreceptor associado à sensação de saciedade e a chegada de um novo medicamento à farmácia são necessários de 10 a 15 anos de trabalho e investimento. E isso se tudo der certo, o que é raro. Desde 1999, o FDA não recebe nenhum novo pedido de análise de medicamento para obesidade. E, como até agora a maioria dos laboratórios e centros de pesquisa não investia pesado – com perdão da ironia – no assunto, a possibilidade de uma “revolução” no tratamento da doença é remota no curto prazo. Mais: as seguradoras americanas tendem a não cobrir gastos com medicamentos para emagrecer.
As soluções, portanto, continuam sendo dieta e exercícios, ou, nos casos mais graves, cirurgia. No caso das dietas, também há pouquíssima base científica para dizer que esta ou aquela é a que melhor funciona. Uma revisão da literatura científica a respeito feita por duas pesquisadoras americanas apontou a existência de 2.609 artigos sobre dietas, dos quais apenas míseros 94 seguiam rígidos critérios científicos, como controle e duração razoável a maioria dos estudos durou apenas 90 dias. Há poucas informações sobre a segurança desta ou daquela dieta, não há comparações entre pacientes sedentários e com atividade física e, mais grave, controle sobre o que eles realmente ingeriram.
Para casos graves de obesidade, a chamada obesidade mórbida, o tratamento ainda é a cirurgia. Por aqui, as filas para redução de estômago nos serviços públicos são quilométricas. Por lá, onde saúde pública é praticamente inexistente, os obesos enfrentam agora a relutância dos planos que estão cortando a gastroplastia dos procedimentos cobertos pelo seguro. As perspectivas para os 130 milhões de americanos gordos e obesos não são muito boas, até porque o governo Bush, a despeito da epidemia, teima em não impor uma regulamentação à indústria de alimentos que a obrigue a reduzir o conteúdo de gordura nos produtos.
O avanço das pesquisas que ten. tam compreender os mecanismos de saciedade é a grande aposta para ( futuro desenvolvimento de novas estratégias – e medicamentos – para ( combate à doença. O marco desse nova fase foi a descoberta da leptina em 1995, uma proteína que pareCE impedir o acúmulo de gordura. Ele mostrou que as células gordurosa tentam informar o cérebro de quanta gordura têm em estoque nos obesos, a mensagem ou hão é enviada diretamente ou não é bem compreendida. Por enquanto, a única certeza que os especialistas têm é a de que o processo pelo qual hábitos alimentares, metabolismo, neurotransmissores e outros fatores interagem para produzir ou não um obeso é extremamente complexo.
Fonte: Jornal Vilas Magazine
Cientistas identificam oito fatores da obesidade infantil
Cientistas das Universidades de Glasgow e Bristol, na Grã-Bretanha, afirmam ter identificado as oito principais causas da obesidade infantil. Entre elas estão ver televisão em excesso, dormir pouco e ter pais obesos. O estudo envolveu 9 mil crianças e foi publicado no British Medical Journal. Segundo os pesquisadores, as crianças de três anos que vêem mais de oito horas de TV por dia têm alto risco de se tornarem obesas.
Segundo os cientistas, a pesquisa reforça a teoria de que o ambiente nos primeiros anos de vida pode determinar a obesidade.
Os oito principais fatores identificados pelos pesquisadores foram:
• Peso ao nascer
• Obesidade dos pais
• Ver televisão por mais de 8 horas aos três anos
• Dormir pouco – menos de 10,5 horas por noite aos três anos.
• Tamanho no início da vida – medido entre oito e 18 meses
• Ganho rápido de peso no primeiro ano de vida
• Crescimento rápido até os dois anos de vida
• Desenvolvimento de gordura corporal nos anos do período pré-escolar – antes da idade em que isso deve acontecer.
Segundo os cientistas, a forma pela qual esses fatores aumentam o risco é complexa. A obesidade dos pais, por exemplo, pode significar um risco genético ou um risco porque a criança compartilha a experiência familiar de comer muito. Ver TV aos três anos – embora o risco possa atingir outras idades no início da vida – pode ter efeito sobre a obesidade, porque a criança não faz exercícios ou porque come mais. No caso do sono, crianças que dormem mais têm mais probabilidade de ser fisicamente mais ativas.
fonte: Centro de Cirurgia da Obesidade
Obesidade, a epidemia do séc. XXI
O que é Obesidade: O peso e a distribuição da gordura no corpo são regulados por uma série de mecanismos neurológicos, metabólicos e hormonais que mantêm um equilíbrio entre a ingestão de alimentos e bebidas e o gasto energético. Quando há um excesso da ingestão em relação ao gasto energético, ocorre um armazenamento da sobra de energia sob a forma de gordura, traduzindo-se no aumento do peso corporal.
A obesidade é portanto definida como um excesso da acumulação de gordura no corpo. Quando esta acumulação atinge grandes proporções, passa a ser chamada de obesidade mórbida. A maneira mais utilizada pelos médicos para quantificar a obesidade é o cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC), que é obtido dividindo-se o peso (em quilos) pela altura (em metros) elevada ao quadrado (IMC = P/A^2). A faixa de peso normal considerando-se o IMC varia de 19 a 25 Kg/m2. Pessoas com IMC de 25 a 30 são consideradas como acima do peso enquanto aquelas entre 30 e 40 já são classificadas como obesas.
Finalmente, pessoas com IMC acima de 40, são portadoras de obesidade mórbida, o que equivale a aproximadamente 45 Kg acima do peso ideal. A estratificação dos indivíduos com base no IMC, agrupando-os em diferentes classes de peso, guarda uma relação direta com a taxa de mortalidade, variando de “baixíssima” em pessoas com índice normal até “altíssima” naqueles com IMC acima de 40 Kg/m2.
Queres saber se tens um peso normal ou se está acima da média? clica aqui e faz o calculo: http://www.obesidademorbida.com.br/imc_.htm
Riscos A obesidade mórbida está associada a graves efermidades como a hipertensão arterial, diabetes, doenças cardiovasculares, alterações tromboembólicas, refluxo gastro-esofágico, doenças articulares, além de diversas formas de cancro (mãma, útero, vesícula biliar, etc.), dentre outras, causando um risco de morte 12 vezes maior que o indivíduo sem excesso de peso em 7 anos. A taxa de mortalidade de mulheres com 50 % além do peso, por exemplo, é o dobro das mulheres com peso normal; subindo para oito vezes se houver diabetes associado.
Em pessoas com obesidade severa, o risco de apresentar diabetes está aumentado cerca de 53 vezes, o do cancro do endométrio 5,4 vezes. Mais ainda, quando o indivíduo atinge os 200Kg, a chance dele viver mais sete anos é de apenas 50 %. Um outro facto dramático que ilustra a gravidade da obesidade e que mostra a baixa expectativa de vida deste grupo de doentes é ilustrado ao se avaliar os indivíduos que entraram para o Guiness Book (O livro dos recordes), onde nenhuma das pessoas consideradas as mais pesadas ultrapassou os 40 anos de idade. Para piorar, o grande obeso tem a sua doença “estampada na cara” para que todos o vejam, o julguem e o discriminem. Não bastassem as doenças que trazem consigo, não bastasse ter dificuldade em realizar os mais comuns dos atos cotidianos, essas pessoas são discriminadas e humilhadas pela pior de todas as doenças, o preconceito.
fonte: Centro da Cirurgia da Obesidade























