Homossexualidade
Na Grécia Antiga, a homossexualidade era uma prática natural e esteticamente bela.
Com a civilização judaico-cristã, caiu em desgraça. Chegou a ser considerada doença – equívoco que se prolongou até 1974 – quando a Organização Mundial de Saúde riscou-a de sua lista de enfermidades.
As pesquisas sobre uma possível origem genética, realizadas a partir de 1991, causaram polêmica. Mas um novo caminho surgiu, embora os estudos não sejam conclusivos, nem descartem as causas emocionais e culturais.
Hoje já se sabe que não se trata de uma opção, mas de uma condição – tão humana quanto andar, comer ou respirar. Mesmo assim o assunto continua a ser tabu, envolto em preconceito e na falta de informação.


A orientação sexual, quer para heterossexuais, quer para homossexuais não parece ser algo que uma pessoa escolha. Alguns estudos recentes indicam que a orientação sexual tem uma grande influência genética ou biológica sendo, provavelmente, determinada antes ou pouco depois do nascimento. Sendo estes estudos não conclusivos, é irresponsável assumir que a homossexualidade é uma escolha. Tal como os heterossexuais, os homossexuais descobrem a sua sexualidade como um processo de crescimento. A única escolha que o homossexual pode tomar é a de viver a sua vida de acordo com a sua verdadeira natureza, ou de acordo com o que a sociedade espera dele. Descrever a homossexualidade como um simples caso de escolha é ignorar a dor e confusão por que passam tantos homens e mulheres homossexuais quando descobrem a sua orientação sexual. É absurdo pensar que esses indivíduos escolheram deliberadamente algo que os deixa expostos à rejeição por parte da família, amigos e sociedade. Este preconceito também ignora todos os homossexuais que tentaram viver a sua vida como heterossexuais, escondidos atrás de uma fachada de casamento, sempre sentido um vazio e falta de realização pessoal. Há ainda muito a aprender sobre a sexualidade humana.
Lei nº. 37/2007 de 14 de Agosto: É proibido fumar!

No passado dia 1 de Janeiro entrou em vigor a nova lei anti-tabagistica, que proíbe o consumo de tabaco em qualquer recinto fechado destinados a utilização colectiva.
Assim, a nova lei em vigor aprova as normas para a protecção dos cidadãos da exposição involuntária ao fumo do tabaco e aprova também medidas de redução da procura relacionadas com a dependência do tabaco e pretende seguir de forma a que se possa cessar o seu consumo.
Ora meus amigos fumadores! Estamos f*****s!…
Com estas novas medidas que o governo criou, não vai tardar muito em ser proibido, como em Tóquio, fumar nas ruas! O que é um pouco estupido pois se é proibido fumar na rua, será permitido fumar dentro de um carro? E em casa, com crianças pequenas debaixo do mesmo tecto?
Pelo amor de Deus!!!…
Mas não haverá mais nada para ocupar o tempo?
E já pensaram no protocolo de Quioto? Em que Portugal não está a conseguir cumprir as metas a que se propôs? Devido a quê? A não investirem nas energias renovaveis, que Portugal é um dos melhores paises onde há mais recursos.
Mas não fugindo ao tema, eu não estou em total desacordo com a lei pois tinha vezes que entrava em cafés que nem se via onde era o balcão, só com o fumo que havia no interior. E crianças lá a inalar aquele fumo todo. Isso eu reprovo.
No entanto, não percebo como é que querem manter um ar limpo e arejado quando por vezes na rua é mais poluido que dentro!
É uma lei assim um pouco esquisita que nos deixa a pensar e que tem uns contras que não encaixam muito bem. Mas para que quiser estar a par da lei e consultar toda a legistação, cliquem no seguinte link e poderão consultar a Lei nº 37/2007 de 14 de Agosto: http://www.uma.pt/portal/html/noticias/825/lei_37_07.pdf
Substâncias psicoactivas: classificação e definição
As substâncias psicoactivas ou Psicofármacos são substâncias que afectam o Sistema Nervoso Central e que provocam dependência fisica e/ou psiquica. Estas substâncias classificam-se como:

- DEPRESSORAS da actividade do SNC: diminuem e inibem a actividade do SNC, da actividade motora, da reacção à dor e da ansiedade, sendo comum um efeito euforizante inicial (diminuição das inibições) e posteriormente um aumento da sonolencia. Os diversos depressores do SNC são: opiáceos e benzodiazepinas.
- ESTIMULANTES da actividade do SNC: aumentam o estado de alerta, insónia e aceleração dos processos psiquicos, aumentando a actividade do SNC e como consequinte a taxa metabólica do organismo. Exemplos são: anfetaminas, cocaína, nicotina e cafeína.
- PERTURBADORES da actividade do SNC: são substâncias que levam ao aparecimento de diversos fenómenos psiquicos anormais como alucinações e delirios, sem que haja inibição ou estimulação global do SNC. Modificam o curso do pensamento e das percepções sensoriais. A LSD25, cannabis e derivados são exemplos.
BENZODIAZEPINAS
diazepam (VALIUM); lorazepam (LORENIN); alprazolam (XANAX).
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As benzodiazepinas têm uma acção ansiolítica, miorrelaxante, sedativa, anti-convulsionante e hipnótica. Causam tolerância e dependência tanto fisica como psíquica.
OPIÁCEOS
morfina (de onde se extrai a heroína), codeína e papaverina.



Do ópio (designação dada ao fluido obtido a partir da papoila - papaver somniferum) extraem-se alcalóides como a morfina (de onde se extrai a heroína), a codeína e a papaverina. Os opiáceos possuem uma potente acção depressora e analgésica do SNC. Provoca tolerância e dependência. Quando se suspende a sua administração surge um síndrome de abstinência.
ANFETAMINAS
ecstasy

As anfetaminas são substâncias que estimulam o SNC. Durante a 2ª Guerra Mundial, os soldados alemães tomavam estas substâncias para combater a fadiga e mantê-los em alerta. Só após a guerra acabar se descobriu as consequências do seu uso regular, tais como a degeneração dos neurónios, levando ao aparecimento de lesões irreversiveis no cerebro. Causam tolerância, dependencia fisica e psiquica.
COCAÍNA

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A cocaína pertence ao grupo das substâncias simpaticomiméticas, provoca um aumento de neurotransmissores na fenda sináptica estimulando a actividade do SNC. Causa uma elevada dependensia psíquica (mas não fisica) e aquando a sua descoberta era receitada para todo o tipo de doenças (prescrita até pelo próprio Freud para a cura da depressão e cura da dependência da morfina) e inclusive era um dos ingredientes da famosa Coca-Cola.
NICOTINA

A nicotina, um estimulador do SNC, tem uma vida média no sangue inferior a 2h. A tolerância desenvolve-se rapidamente, poucos dias após o inicio do seu uso e elevadas doses provocam paralisia respiratória e hipotensão severa causada pela paralisia medular. Aquando da sua privação desenvolve-se um síndrome de abstinência. A nicotina atravessa a barreira placentária e é segregada atravéz do leite materno, transmitindo-se com facilidade ao fecto.
CAFEÍNA
A cafeína é a droga estimulante mais consumida em todo o mundo. Desenvolve-se raidamente tolerância a esta substância e causa dependência fisica e psiquica. A intoxicação por esta substância provoca cefaleias, insónias, confusão, tremores, diurese, nervosismo, taquicardia e inclusive convulsões.
LSD25
Dietilamida do Ácido Lisérgico (ácidos)
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Producto sintético extraído da cravagem de um fungo do centeio. Era utilizado como recurso psicoterapêutico (no tatamento do alcoolismo e disfunções sexuais) até que se descobriram os seus efeitos alucingénicos. Não cria dependencia física mas cria dependência psicológia e o seu consumo leva à alteração total da percepção da realidade.
CANNABIS E CANNABINÓIDES
THC (tetrahidrocannabiol)


A cannabis utilizada antigamente para o tratamento do reumatismo, malária, insónias, cefaleias, etc. e posteriormente os grandes intelectuais e artistas consumiam frequentemente, até que a geração hippie a vulgarizou levando à sua ilegalidade. É um perturbador do SNC e provoca agressividade, pânico, alucinações e psicose. Estes efeitos são evidenciados quando consumida em excesso. A cannabis (erva, ganza, polén, chocolate, charro, porro, etc) é a droga ilegal com maior aceitação social.
Gigantes da “fast-food” na prevenção da obesidade
Um recente comercial de televisão da McDonald’s nos Estados Unidos mostra Ronald McDonald, o mascote da gigante da fast food, jogando futebol com crianças, fazendo exercícios e dançando música pop. Não se vêem hambúrgueres ou batatas fritas.
“Este não é o Ronald McDonald de que eu me lembro da infância”, diz Laurie Klein, diretora da consultoria de marketing Just Kid. “Ele costumava ser um ícone de comida divertida. Agora está sendo transformado em um embaixador de estilos de vida saudáveis.”
Klein mostrou o anúncio de uma conferência de marketing de alimentos e bebidas realizada em Miami na semana passada como um exemplo da reação da indústria aos níveis crescentes de obesidade entre as crianças. “O fato de a McDonald’s estar tirando os hambúrgueres e as fritas dos comerciais mostram como essa indústria está interessada na questão da obesidade”, ela diz.
A conferência, que teve a participação de empresas como Nestlé, Kraft e Coca-Cola, se realizou em meio à crescente pressão sobre o setor para que deixe de anunciar “junk food” [literalmente, alimentos-lixo] e bebidas açucaradas para crianças.
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fonte: Andrew Ward – Financial Times
Obesidade: um problema sem novos remédios
Foram décadas e mais décadas em que a obesidade foi considera. da como problema meramente estético e o resultado é que, nos Estados Unidos, o FDA só aprova duas drogas para seu tratamento. Detalhe: ambas ,ajudam a perder uns 7, 8 quilos. E quem pára de tomar, engorda de novo. As empresas farmacêuticas juram que têm dez drogas novas em, fase de testes – todas no mesmo estilo, que ajudam a perder no máximo 9, 10 quilos ” mas isso está longe de significar que vem aí uma enxurrada de medicamentos fantásticos para ajudar obesos e gordinhos a entrar em forma.
Entre a pesquisa promissora seja ela a descoberta de um mecanismo de queima de gordura ou a de um neurorreceptor associado à sensação de saciedade e a chegada de um novo medicamento à farmácia são necessários de 10 a 15 anos de trabalho e investimento. E isso se tudo der certo, o que é raro. Desde 1999, o FDA não recebe nenhum novo pedido de análise de medicamento para obesidade. E, como até agora a maioria dos laboratórios e centros de pesquisa não investia pesado – com perdão da ironia – no assunto, a possibilidade de uma “revolução” no tratamento da doença é remota no curto prazo. Mais: as seguradoras americanas tendem a não cobrir gastos com medicamentos para emagrecer.
As soluções, portanto, continuam sendo dieta e exercícios, ou, nos casos mais graves, cirurgia. No caso das dietas, também há pouquíssima base científica para dizer que esta ou aquela é a que melhor funciona. Uma revisão da literatura científica a respeito feita por duas pesquisadoras americanas apontou a existência de 2.609 artigos sobre dietas, dos quais apenas míseros 94 seguiam rígidos critérios científicos, como controle e duração razoável a maioria dos estudos durou apenas 90 dias. Há poucas informações sobre a segurança desta ou daquela dieta, não há comparações entre pacientes sedentários e com atividade física e, mais grave, controle sobre o que eles realmente ingeriram.
Para casos graves de obesidade, a chamada obesidade mórbida, o tratamento ainda é a cirurgia. Por aqui, as filas para redução de estômago nos serviços públicos são quilométricas. Por lá, onde saúde pública é praticamente inexistente, os obesos enfrentam agora a relutância dos planos que estão cortando a gastroplastia dos procedimentos cobertos pelo seguro. As perspectivas para os 130 milhões de americanos gordos e obesos não são muito boas, até porque o governo Bush, a despeito da epidemia, teima em não impor uma regulamentação à indústria de alimentos que a obrigue a reduzir o conteúdo de gordura nos produtos.
O avanço das pesquisas que ten. tam compreender os mecanismos de saciedade é a grande aposta para ( futuro desenvolvimento de novas estratégias – e medicamentos – para ( combate à doença. O marco desse nova fase foi a descoberta da leptina em 1995, uma proteína que pareCE impedir o acúmulo de gordura. Ele mostrou que as células gordurosa tentam informar o cérebro de quanta gordura têm em estoque nos obesos, a mensagem ou hão é enviada diretamente ou não é bem compreendida. Por enquanto, a única certeza que os especialistas têm é a de que o processo pelo qual hábitos alimentares, metabolismo, neurotransmissores e outros fatores interagem para produzir ou não um obeso é extremamente complexo.
Fonte: Jornal Vilas Magazine
Cientistas identificam oito fatores da obesidade infantil
Cientistas das Universidades de Glasgow e Bristol, na Grã-Bretanha, afirmam ter identificado as oito principais causas da obesidade infantil. Entre elas estão ver televisão em excesso, dormir pouco e ter pais obesos. O estudo envolveu 9 mil crianças e foi publicado no British Medical Journal. Segundo os pesquisadores, as crianças de três anos que vêem mais de oito horas de TV por dia têm alto risco de se tornarem obesas.
Segundo os cientistas, a pesquisa reforça a teoria de que o ambiente nos primeiros anos de vida pode determinar a obesidade.
Os oito principais fatores identificados pelos pesquisadores foram:
• Peso ao nascer
• Obesidade dos pais
• Ver televisão por mais de 8 horas aos três anos
• Dormir pouco – menos de 10,5 horas por noite aos três anos.
• Tamanho no início da vida – medido entre oito e 18 meses
• Ganho rápido de peso no primeiro ano de vida
• Crescimento rápido até os dois anos de vida
• Desenvolvimento de gordura corporal nos anos do período pré-escolar – antes da idade em que isso deve acontecer.
Segundo os cientistas, a forma pela qual esses fatores aumentam o risco é complexa. A obesidade dos pais, por exemplo, pode significar um risco genético ou um risco porque a criança compartilha a experiência familiar de comer muito. Ver TV aos três anos – embora o risco possa atingir outras idades no início da vida – pode ter efeito sobre a obesidade, porque a criança não faz exercícios ou porque come mais. No caso do sono, crianças que dormem mais têm mais probabilidade de ser fisicamente mais ativas.
fonte: Centro de Cirurgia da Obesidade
Obesidade, a epidemia do séc. XXI
O que é Obesidade: O peso e a distribuição da gordura no corpo são regulados por uma série de mecanismos neurológicos, metabólicos e hormonais que mantêm um equilíbrio entre a ingestão de alimentos e bebidas e o gasto energético. Quando há um excesso da ingestão em relação ao gasto energético, ocorre um armazenamento da sobra de energia sob a forma de gordura, traduzindo-se no aumento do peso corporal.
A obesidade é portanto definida como um excesso da acumulação de gordura no corpo. Quando esta acumulação atinge grandes proporções, passa a ser chamada de obesidade mórbida. A maneira mais utilizada pelos médicos para quantificar a obesidade é o cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC), que é obtido dividindo-se o peso (em quilos) pela altura (em metros) elevada ao quadrado (IMC = P/A^2). A faixa de peso normal considerando-se o IMC varia de 19 a 25 Kg/m2. Pessoas com IMC de 25 a 30 são consideradas como acima do peso enquanto aquelas entre 30 e 40 já são classificadas como obesas.
Finalmente, pessoas com IMC acima de 40, são portadoras de obesidade mórbida, o que equivale a aproximadamente 45 Kg acima do peso ideal. A estratificação dos indivíduos com base no IMC, agrupando-os em diferentes classes de peso, guarda uma relação direta com a taxa de mortalidade, variando de “baixíssima” em pessoas com índice normal até “altíssima” naqueles com IMC acima de 40 Kg/m2.
Queres saber se tens um peso normal ou se está acima da média? clica aqui e faz o calculo: http://www.obesidademorbida.com.br/imc_.htm
Riscos A obesidade mórbida está associada a graves efermidades como a hipertensão arterial, diabetes, doenças cardiovasculares, alterações tromboembólicas, refluxo gastro-esofágico, doenças articulares, além de diversas formas de cancro (mãma, útero, vesícula biliar, etc.), dentre outras, causando um risco de morte 12 vezes maior que o indivíduo sem excesso de peso em 7 anos. A taxa de mortalidade de mulheres com 50 % além do peso, por exemplo, é o dobro das mulheres com peso normal; subindo para oito vezes se houver diabetes associado.
Em pessoas com obesidade severa, o risco de apresentar diabetes está aumentado cerca de 53 vezes, o do cancro do endométrio 5,4 vezes. Mais ainda, quando o indivíduo atinge os 200Kg, a chance dele viver mais sete anos é de apenas 50 %. Um outro facto dramático que ilustra a gravidade da obesidade e que mostra a baixa expectativa de vida deste grupo de doentes é ilustrado ao se avaliar os indivíduos que entraram para o Guiness Book (O livro dos recordes), onde nenhuma das pessoas consideradas as mais pesadas ultrapassou os 40 anos de idade. Para piorar, o grande obeso tem a sua doença “estampada na cara” para que todos o vejam, o julguem e o discriminem. Não bastassem as doenças que trazem consigo, não bastasse ter dificuldade em realizar os mais comuns dos atos cotidianos, essas pessoas são discriminadas e humilhadas pela pior de todas as doenças, o preconceito.
fonte: Centro da Cirurgia da Obesidade






















