Homossexualidade
Na Grécia Antiga, a homossexualidade era uma prática natural e esteticamente bela.
Com a civilização judaico-cristã, caiu em desgraça. Chegou a ser considerada doença – equívoco que se prolongou até 1974 – quando a Organização Mundial de Saúde riscou-a de sua lista de enfermidades.
As pesquisas sobre uma possível origem genética, realizadas a partir de 1991, causaram polêmica. Mas um novo caminho surgiu, embora os estudos não sejam conclusivos, nem descartem as causas emocionais e culturais.
Hoje já se sabe que não se trata de uma opção, mas de uma condição – tão humana quanto andar, comer ou respirar. Mesmo assim o assunto continua a ser tabu, envolto em preconceito e na falta de informação.


A orientação sexual, quer para heterossexuais, quer para homossexuais não parece ser algo que uma pessoa escolha. Alguns estudos recentes indicam que a orientação sexual tem uma grande influência genética ou biológica sendo, provavelmente, determinada antes ou pouco depois do nascimento. Sendo estes estudos não conclusivos, é irresponsável assumir que a homossexualidade é uma escolha. Tal como os heterossexuais, os homossexuais descobrem a sua sexualidade como um processo de crescimento. A única escolha que o homossexual pode tomar é a de viver a sua vida de acordo com a sua verdadeira natureza, ou de acordo com o que a sociedade espera dele. Descrever a homossexualidade como um simples caso de escolha é ignorar a dor e confusão por que passam tantos homens e mulheres homossexuais quando descobrem a sua orientação sexual. É absurdo pensar que esses indivíduos escolheram deliberadamente algo que os deixa expostos à rejeição por parte da família, amigos e sociedade. Este preconceito também ignora todos os homossexuais que tentaram viver a sua vida como heterossexuais, escondidos atrás de uma fachada de casamento, sempre sentido um vazio e falta de realização pessoal. Há ainda muito a aprender sobre a sexualidade humana.
Maddie pode chegar ao cinema

Os pais de Madeleine McCann, Jerry e Kate McCann, estão a avaliar uma proposta para que a história da filha, que desapareceu na Praia da Luz a 3 de Maio de 2007, chegue aos cinemas.
Segundo o jornal britânico Evening Standard, que revelou a existência destas negociações, está em causa uma avultada quantia de dinheiro.
Negoceia-se também a entrada do casal como protagonistas do filme.
Sarkozy, o rapper!

O filho mais velho do presidente francês, Pierre Sarkozy é produtor de hip-hop.
O assunto já tinha sido especulado, mas foi confirmado a semana passada pelo rapper francês Poison.
Poison contou, numa entrevista, que Pierre Sarkozy, conhecido por Mosey, compôs «La Rue», uma das músicas que integram o novo álbum do rapper «Mec de Tess».
«Conheci-o há cinco anos numa festa. Quando soube quem ele era passei-me e perguntei-lhe se era verdade. Ele disse-me: “Poison e não te queria contar porque não irias querer ser meu amigo”», contou o rapper na entrevista.
Na altura em que foi Ministro do Interior, Nicolas Sarkozy iniciou várias acções judiciais contra rappers franceses, entre eles Mohamed Bourokba, mais conhecido por Hame, do grupo La Rumeur.
Pierre tem uma editora, «Da Crime Chantilly», e apresenta-se na sua página do myspace, http://www.myspace.com/moseyproducer, como sendo «Mosey, um jovem parisiense que produz beats de hip-hop, soul e rnb».
Gato Fedorento na SIC até 2010

Os Gato Fedorento já chegaram a acordo com a SIC, num contrato de parceria que se vai estender por este ano e 2009.

Segundo o comunicado da estação de Carnaxide, a colaboração dos humoristas com o canal privado terá início em Setembro e faz parte de «um acordo estratégico na política de renovação do canal e na melhoria de oferta» que a SIC quer concretizar.
A notícia do acordo surge depois das duas partes terem anunciado negociações.
Os Gato Fedorento estiveram dois anos na estação pública, depois de se estrearem precisamente na SIC Radical em 2003. O grupo parece assim «seguir» de volta para a SIC o novo director de programas da estação, Nuno Santos, que também chegou recentemente, vindo da RTP.
Em comunicado, Nuno Santos refere que o acordo com o Gato Fedorento «vale por si».
Sem avançar mais comentários, o novo director de programas acrescenta ainda que «o tempo é de trabalhar, mostrar trabalho e não falar».
Já o grupo formado por Ricardo Araújo Pereira, Tiago Dores, José Diogo Quintela e Miguel Góis avança que «é um prazer voltar ao canal que nos lançou». No seu estilo peculiar, sobre este mesmo assunto os Gato Fedorento acrescentam «que a melhor forma de tirar nódoas de chocolate de camisas brancas é com um pano embebido em água quente».

«Elementos negativos» em milho transgénico
Um grupo de especialistas franceses detectou elementos «científicos negativos» em milho transgénico da variedade MON 810, o único que até agora se cultiva no país, e as suas conclusões figuram num boletim oficial divulgado esta quarta-feira.
O estudo foi elaborado pela Alta Autoridade para os Organismos Geneticamente Modificados e dado a conhecer pelo presidente daquela entidade, Jean-François Legrand, que entregou uma cópia da análise ao ministro da Ecologia, Jean-Louis Borloo.
Legrand, senador do partido governamental UMP, disse à imprensa que o estudo permitiu detectar «elementos científicos negativos novos e com impacto sobretudo na flora e na fauna».
«Temos sérias dúvidas» acerca do comportamento do milho MON 810, afirmou Legrand, empregando uma frase que pode influenciar a decisão do governo acerca do cultivo deste organismo geneticamente modificado (OGM).
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, disse terça-feira estar disposto a activar a cláusula de salvaguarda sobre os OGM se a Alta Autoridade revelasse «sérias dúvidas» sobre aqueles que estão a ser cultivados em França até que a Comissão Europeia tenha uma resolução sobre o assunto. Ou seja, o cultivo de uma planta transgénica ficaria proibido em França até Bruxelas o autorizar.
Por outro lado, o governo francês anunciou esta quarta-feira que o projecto de lei sobre os OGM será debatido a partir de 5 de Fevereiro no Senado.
Recusa em apagar o cigarro em zona proibida!
A infracção foi detectada pelo segurança do CCO que solicitou várias vezes que o homem apagasse o cigarro. O agora detido recusou-se e o segurança acabou por chamar uma patrulha da GNR.
O incidente deu-se pelas 23h30 e a GNR ao chegar ao local solicitou mais uma vez que o cigarro fosse apagado. A insistência acabou por originar insultos e a recusa de identificação aos militares que procuravam cumprir a lei.
O homem tentou ainda agredir os militares com murros e acabou mesmo por morder um dos guardas, num pé e numa mão, no momento em que era detido. O militar acabou por ter que ser assistido no hospital.
O fumador, que vai aguardar em liberdade o julgamento pelo crime de injúrias e ofensas à integridade física dos agentes, é agora alvo de processo de contra-ordenação por fumar em local não autorizado, não tendo ainda sido determinado o valor da coima, que pode ir de 50 até 750 euros.






















