Strippers no período fértil ganham 50% mais
Uma questão que intriga os cientistas há séculos (fêmeas da espécie humana passam ou não por um período de cio?) acaba de receber uma contribuição inesperada: a das strippers. Pesquisadores americanos descobriram que elas ganham quase 50% mais gorjetas quando estão no auge de seu período fértil, o que indicaria que a plateia é capaz de detectar esse período de alguma forma.
Geoffrey Miller e seus colegas da Universidade do Novo México relatam, em estudo publicado na revista científica “Evolution and Human Behavior”, os dados obtidos de 18 dançarinas de strip-tease. Por meio de um site, elas passaram para os pesquisadores informações sobre seu ciclo menstrual, seus horários de trabalho e seus ganhos durante um período de 60 dias.
O ciclo de fertilidade feminina corresponde ao ciclo menstrual, ao longo do qual os óvulos são liberados e colocados em posição para serem fertilizados. O que os pesquisadores viram é que havia uma correlação entre as gorjetas mais altas e o ponto desse ciclo onde a chance de fecundação do óvulo é máxima.
Hubble revela uma galáxia bébé num universo adulto
Utilizando o Telescópio espacial Hubble da NASA um grupo de cientistas conseguiu medir a idade daquela que parece ser a galáxia mais jovem observada no universo. Comparativamente aos padrões cosmológicos ela é apenas um bébé, rodeada de galáxias adultas.

De nome ‘I Zwicky 18′, parece ter apenas 500 milhões de anos. Comparativamente, a nossa Via Láctea é 20 vezes mais velha, com cerca de 12 mil milhões de anos, a idade típica das galáxias que se observam no universo. Esta jovem e recém nascida galáxia oferece-nos uma rara visão que poderá mostrar como teriam sido as primeiras e diminutas galáxias no início do universo.
A galáxia observada é uma das 30 000 galáxias próximas que o astrónomo Suiço Fritz Zwicky referenciou na década de 1930 através de fotografias de todo o hemisfério celeste norte. Embora os astrónomos há muito suspeitassem de que esta era uma galáxia jovem, devido à observação de elementos químicos primordiais na sua composição, a extrema sensibilidade do Hubble permitiu aos astrónomos realizar um censo fiável da totalidade da população estelar que a compões. Isto permitiu-lhes identificar com precisão as estrelas mais velhas que habitam a galáxia e, a partir daqui, estabelecer um limite máximo para a sua idade.
A galáxia bébé arranjou forma de se manter em estado embrionário, em forma de gás frio, uma nuvem primordial de hidrogénio e hélio, durante a maior parte da evolução do universo. Enquanto inúmeras galáxias proliferavam e se desenvolviam por todo o universo, estanão iniciou a formação activa de estrelas durante os cerca de 13 mil milhões de anos que precederam o Big Bang, tendo apenas formado as primeiras estrelas de há 500 milhões de anos a esta parte.
Localizada a cerca de 45 milhões de anos luz – muito mais próxima que as outras galáxias jovens situadas a 14 mil milhões de anos luz – I Zwicky 18 pode representar a única oportunidade que os astrónomos possuem para estudar em detalhe a matéria que compõe as galáxias.
Continua um quebra cabeças a razão pela qual o gás desta pequena galáxia anã demorou tanto tempo (quase toda a idade do universo) para colapsar sob a influência da gravidade e dar origem às suas primeiras estrelas.
“I Zwicky 18 é uma genuína galáxia jovem”, disse Trinh Thuan, professor de astronomia na Universidade da Virgínia, e que co-autorou o estudo com Yuri Izotov do observatório de Kiev. “Isto é extraordinário porque qualquer um de nós esperaria encontrar jovens galáxias em formação apenas durante os primeiros mil milhões de anos após o Big Bang e não cerca de 13 mil milhões de anos mais tarde. E era suposto as galáxias jovens serem muito distantes, nos limites do universo observável, não no universo local”, referiu Izotov.
A ‘descoberta’, anunciada a 1 de Dezembro no Astrophysical Journal, permite ter uma nova visão sobre o início da formação das galáxias. A galáxia I Zwicky 18 oferece uma amostra do que poderá ter sido a Via Láctea há 13 mil milhões de anos.
Um outro grupo de observações do Hubble feitas por uma equipa de trabalho diferente, geram uma pequena variação na idade da galáxia, atribuindo-lhe mais mil milhões de anos, mas continuando a catalogá-la como uma recém nascida. Goran Ostlin, do observatório de Estocolmo e Mustapha Mouncine, da Universidade de Nottingham, utilizaram a Câmara de Infra vermelho Próximo e o Espectrómetro Multi-Objectos do Hubble para encontrarem uma população de estrelas vermelhas de baixa temperatura, as quais são ligeiramente mais velhas que as observadas pela Câmara de Pesquisa Avançada. Os resultados aguardam publicação na revista Astronomy and Astrophysics.
Para provar que I Zwicky 18 é uma galáxia jovem Thuan e Izotov precisavam de mostrar que esta não possuía estrelas nascidas nos primeiros milhares de milhões de anos após o Big Bang, o período em que se formou uma grande fracção de estrelas no universo. Embora os astrónomos já suspeitassem que a galáxia era excepcionalmente nova, tiveram de esperar que o telescópio espacial fornecesse imagens com a sensibilidade necessária para detectar, ou não, estrelas vermelhas, vermelhas gigantes em fim de vida.
A Câmara de pesquisa avançada do Hubble necessitou de uma exposição muito longa, requerendo 25 órbitas do telescópio para poder obter imagens das estrelas menos brilhantes da galáxia. Por si só, a presença de estrelas velhas, teria indicado que a galáxia também era velha, tal como todas as outras galáxias conhecidas no universo.
Grandes galáxias como a Via Láctea são entendidas como crescendo hierárquicamente, com pequenas galáxias iniciais a darem origem a galáxias maiores, tal como os ribeiros que fluem para os rios, aumentando o caudal destes. I Zwicky 18 é um típico protótipo daquela ‘vaga inicial’ de pequenas galáxias anãs. De acordo com Thuan, uma primeira evidência da juventude de I Zwicky 18 é o facto de o seu gás interestelar ser “praticamente imaculado”, composto essencialmente por hidrogénio e hélio, os dois elementos primários mais leves criados pelo Big Bang durante os três primeiros minutos de existência do universo. A galáxia anã inclui apenas pequenas evidências de outros elementos mais pesados como carbono, nitrogénio ou oxigénio, que são normalmente criados mais tarde, à medida que as estrelas se desenvolvem. A quase ausência destes elementos pesados sugere que o gás primordial da galáxia não conseguiu originar a formação de estrelas que subsequentemente produzem elementos químicos pesados.
fonte: CA2000
ientistas pensam ter ultrapassado a velocidade da luz
Cientistas alemães afirmam ter conseguido quebrar o único recorde de velocidade que deveria ser impossível bater: o da luz.

O feito, se for real, é uma violação direta da Teoria da Relatividade Especial de Albert Einstein. O físico mais famoso do mundo disse: nada, sob nenhuma circunstância, jamais pode ultrapassar a velocidade da luz.
E quem são os corajosos que ousam contradizer Einstein? Os físicos Günter Nimtz e Alfons Stahlofen, da Universidade de Koblenz, na Alemanha. A dupla afirma ter movimentado fotões (que são, de facto, nada mais do que partículas de luz) mais rápido que a velocidade da luz.
Nimtz e Stahlhofen exploravam a ótica quântica quando as partículas ultrapassaram uma barreira impossível de ser ultrapassada. Os seus fotões, afirmam, eram transportados “instantaneamente” por barreiras de diferentes tamanhos, desde milímetros a até um metro. Isso só seria possível, dizem, se eles estivessem a viajar a uma velocidade superior a 300 000km/seg (a velocidade da luz).
Para outros especialistas, no entanto, Einstein pode descansar tranquilo pois os dois alemães não ultrapassaram na verdade a velocidade da luz. Foi só uma questão de interpretação de dados da física complexos o suficiente para dar nó à cabeça de qualquer mortal.
Aephraim Steinberg, da Universidade de Toronto, explicou ao portal “Eurekalert” o que pode ter causado a confusão. Ele compara a experiência dos fotões com um comboio.
No momento em que a carruagem central deixa a estação, uma pessoa liga um cronómetro, para observar a velocidade do comboio. Conforme vai chegando ás suas paragens programadas, o comboio deixa algumas carruagens pelo caminho. Ao chegar ao destino final, há apenas duas carruagens. Se o cronómetro for parado no momento em que a carruagem do meio chega à estação vai aparentar que ele veio a uma velocidade muito superior que a real. “Se estiver nas estações, vai parecer que essas pessoas ultrapassaram os limites de velocidade, chegando antes do previsto, mas só está a ver aquelas que estavam na primeira carruagem. Elas tiveram uma vantagem, mas nunca estiveram rápidas demais”.
Tony Wright: the sleepless man
Em Maio de 2007, o britânico Tony Wright, de 42 anos, superou as 264 horas acordado, alcançadas por Randy Gardner nos Estados Unidos em 1964 e registradas no Worl Guiness Book. Assim Tony manteve-se acordado por 11 dias e 11 noites consecutivas.
Actualmente livro de recordes não recompensa vencedores de concursos de privação de sono por causa dos possíveis riscos para a saúde de tais empreendimentos.
Wright combateu o cansaço bebendo chá e consumindo uma dieta rica em alimentos crus. Ele permaneceu o tempo todo num bar na cidade de Penzance.
Numa entrevista à BBC Tony Wright afirmou: “Sinto-me bem, foi cansativo, mas cheguei lá. A dieta escolhida foi importante para manter partes do meu cérebro operantes e despertas por longos períodos Desligar uma parte do cérebro que está muito cansada e usar a outra torna a tarefa muito mais simples, mas ambas estão bastante cansadas neste momento.”
Durante a aventura, ele percebeu que a sua fala ficava por vezes incompreensível e as cores pareceram-lhe mais brilhantes. Foi filmado por câmaras 24 horas por dia.

Alguns mamíferos como os filhotes de golfinhos e baleias orca podem ficar meses sem dormir. Mas para a maioria das pessoas, apenas uma noite sem dormir provoca variações de humor e irritabilidade. A falta de sono pode levar à diminuiçãoda capacidade de contração e de tomar decisões. Trabalhar com uma máquina ou conduzir um automovel com poucas horas de sono é perigoso. Períodos mais longos de privação de sono podem levar a alucinações, problemas de visão e paranóia.























